Compositor: Lázaro Caballero, Roberto Benito Aranda
Que venha a primeira parte
Entre os pássaros do mato
E escoltado pelos cactos
Vou percorrendo os caminhos
Seguindo o rastro das tradições
Que bonito, que bonito
Sigo trilhando o meu destino
De cantor e de violeiro
Despertando as madrugadas
Sigo de mãos dadas com a estrela da manhã
Canta, Lázaro, meu irmão querido
Meu cavalo se agita
E se firma no galope
Quando, ao amanhecer, eu o encilho
Protegido para enfrentar a serra
Se tenho que ir em uma corrida
Por costume, eu me benzo
Meu cavalo pede rédea
Assim que me firmo no estribo
Irmão cantor Lázaro Caballero
Alfredo e o Índio Lucio Rojas
Agradecemos por nos convidar para cantar
Que venha a segunda parte
Quando danço de esporas
Vou roçando as rosetas no chão
Com a ponta dos espinhos
Pinto o meu nome no solo
Cada vez que vou à cidade
Calço bota e uso chapéu
E no trato com a moça
Eu sou sempre um cavalheiro
Gosto de amansar um potro
Deixá-lo com a garupa forte
Para voltar acompanhado
Quando o amor acaba
Se tenho que ir em uma corrida
Por costume, eu me benzo
Meu cavalo pede rédea
Assim que me firmo no estribo